MEC oficializa o lulês
O Ministério da Educação (MEC) liberou geral , doravante o que vale é o dialeto “lulês”, ou seja, “menas pompa ” na linguagem . É que o Programa Nacional do Livro Didático , do MEC distribuiu a cerca de 485 mil estudantes jovens e adultos do ensino fundamental e médio uma publicação que faz uma defesa do uso da língua popular , ainda que com incorreções . Mais uma invenção da turma dos “politicamente corretos ”. Daqui a pouco vão criminalizar quem ousa falar certo . Esperem!
Outras frases citadas e consideradas válidas são "nós pega o peixe " e "os menino pega o peixe ". Heloisa Ramos ainda afirmou, em entrevista ao "Jornal Nacional ", da Rede Globo , que não se aprende a língua portuguesa decorando regras ou procurando palavras corretas em dicionários .
- “O ensino que a gente defende é um ensino bastante plural , com diferentes gêneros textuais , com diferentes práticas de comunicação para que a desenvoltura linguística aconteça” - disse Heloisa Ramos .
Vejam vocês o quanto estamos evoluindo nestes oito (8) anos de PT, agora então com o “lulês” ficará melhor ainda .
Parece-me que o desejo é uniformizar a linguagem da galera para facilitar ainda mais o entendimento na hora do voto , isto é, quem fala “lulês” vota “lulês”, ou “dilmês”, entenderam? Huuuum, sei não , isto me faz lembrar as idiossincrasias de Chávez na Venezuela...
Comentários
No entanto, como um homem, e como um cidadão brasileiro garantido por meus direitos e deveres, tenho o viés da liberdade de expressão, como também a força de expressão condizente com uma crítica construtiva. Dessa forma, posso não concordar com suas explanações ou quando concordar, apenas absorver sem comentar ou até elogiar.
Diante disso, lembro-me que certa vez o sr. disse que Bolsonaro tinha a liberdade de expressão. Nisso, a sua imparcialidade foi de boa aceitação. Concordo em sua defesa de que ele tem a liberdade de expressão, embora, eu não concorde com o discurso de Bolsonaro, tendo até vergonha de ser representado por um político de discurso piegas, sem nenhum apanhado filosófico que não a ignorância e intolerância aos direitos alheios.
Mas, discordo em muito no seu posicionamento no texto ‘O Supremo Mudou o nome do Pinto’, em especial nesta parte: “Alto lá, ministro, além de mudar o nome do pinto o Senhor quer também nos fazer crer que há “relação” sexual entre iguais? Coitado do pinto, onde estão querendo enfiá-lo...”.
Como havia dito, uma argumentação construtiva é essencial para uma crítica, então vou expor o porquê.
Primeiramente, convenhamos que a relação homossexual sempre existiu, como também o âmago de uma família está no afeto. Se o senhor não acredita no desempenho da relação homoafetiva, procure melhor um apanhado histórico, ou melhor, observe isso na convivência dessas pessoas, muito embora, ninguém nunca entenderá ou chegará próximo, seja o casal heterossexual ou de outro gênero, a real importância do afeto entre essas pessoas. Ainda mais quem está por fora da relação, pois a importância que se presta essa relação não dá a liberdade de outras pessoas opinarem, por ser uma relação íntima e que serve de amparo a eles mesmos, ainda mais quando se respeitam. Ainda há aqueles que querem polemizar a situação, mas isso é tolice, a polêmica é tolice, como já disse uma vez o dramaturgo Gerald Thomaz. Parece que as fofocas, e quem fofocava achava bonito o hábito, que existiam em maior frequência nas cidades pequenas, ganhou maiores dimensões no meio urbano e globalizado, com uma nova roupagem, em que ao invés de se fofocar a respeito de indivíduos, houve a potencialização do instrumento de comunicação da fofoca, que são os meios de propagação em massa, e a fofoca em seu conteúdo, deixou de aglutinar as histórias alheias do indivíduo para tentar generalizar as escolhas que remetem vários indivíduos, e até com ares de intelectualidade. Intelectualidade pífia aquela que cuida da vida alheia.
No entanto, como um homem, e como um cidadão brasileiro garantido por meus direitos e deveres, tenho o viés da liberdade de expressão, como também a força de expressão condizente com uma crítica construtiva. Dessa forma, posso não concordar com suas explanações ou quando concordar, apenas absorver sem comentar ou até elogiar.
Diante disso, lembro-me que certa vez o sr. disse que Bolsonaro tinha a liberdade de expressão. Nisso, a sua imparcialidade foi de boa aceitação. Concordo em sua defesa de que ele tem a liberdade de expressão, embora, eu não concorde com o discurso de Bolsonaro, tendo até vergonha de ser representado por um político de discurso piegas, sem nenhum apanhado filosófico que não a ignorância e intolerância aos direitos alheios.
Mas, discordo em muito no seu posicionamento no texto ‘O Supremo Mudou o nome do Pinto’, em especial nesta parte: “Alto lá, ministro, além de mudar o nome do pinto o Senhor quer também nos fazer crer que há “relação” sexual entre iguais? Coitado do pinto, onde estão querendo enfiá-lo...”.
Como havia dito, uma argumentação construtiva é essencial para uma crítica, então vou expor o porquê.
Primeiramente, convenhamos que a relação homossexual sempre existiu, como também o âmago de uma família está no afeto. Se o senhor não acredita no desempenho da relação homoafetiva, procure melhor um apanhado histórico, ou melhor, observe isso na convivência dessas pessoas, muito embora, ninguém nunca entenderá ou chegará próximo, seja o casal heterossexual ou de outro gênero, a real importância do afeto entre essas pessoas. Ainda mais quem está por fora da relação, pois a importância que se presta essa relação não dá a liberdade de outras pessoas opinarem, por ser uma relação íntima e que serve de amparo a eles mesmos, ainda mais quando se respeitam. Ainda há aqueles que querem polemizar a situação, mas isso é tolice, a polêmica é tolice, como já disse uma vez o dramaturgo Gerald Thomaz. Parece que as fofocas, e quem fofocava achava bonito o hábito, que existiam em maior frequência nas cidades pequenas, ganhou maiores dimensões no meio urbano e globalizado, com uma nova roupagem, em que ao invés de se fofocar a respeito de indivíduos, houve a potencialização do instrumento de comunicação da fofoca, que são os meios de propagação em massa, e a fofoca em seu conteúdo, deixou de aglutinar as histórias alheias do indivíduo para tentar generalizar as escolhas que remetem vários indivíduos, e até com ares de intelectualidade. Intelectualidade pífia aquela que cuida da vida alheia.
Tenho 19 anos, sou estudante do curso de Direito na FACAPE e em meu primeiro período já estudei a influência das questões morais no direito. E reconhecer essa relação de afeto, como também sexual, é reconhecer a humanidade do outro, por mais que digam não, por mais que discordem, sou plenamente a favor da opinião do ministro Ayres Britto de que “não se pode separar por um parágrafo, o que a vida uniu pelo afeto”. Sabendo da importância dessas questões morais, o que se quer, não é convencer heterossexuais para uma opção ‘melhor’ ou ‘pior’ opção, porque na atração não há dicotomia maniqueísta, e o que o direito nós dá e eu honro em ser um estudante que futuramente venha a dar o meu melhor na defesa da tolerância e respeito entre as pessoas, é a capacidade de que muitas questões poderem ser debatidas para que posteriormente sejam positivadas e as pessoas tenham um reconhecimento de igualdade nos direitos. Não estou falando de perdas ou ganhos, estou falando na equiparação de direitos numa sociedade carente de compaixão pelos outros. E pelo que eu acompanho do sr., compaixão é um dos princípios que são compartilhados pela sua religião católica, onde creio que sua fé está calcada. Muito embora, eu acredite que, a religião é que nem vagalume, só reluz na escuridão. Escuridão da ignorância dos fieis, na utopia da intolerância, no maniqueísmo muitas vezes. Digo e sei que compaixão, e não pena, é um dos princípios da religião católica, e concordo com ela, embora os princípios recebam distorções até catastróficas na interpretação de muitos fieis.
Por isso, concordo que reconhecer a afetividade e opção sexual das pessoas – e mais do que reconhecer, respeitar –, é crucial para que se diminua muito da intolerância que se encontra em nós. O afeto de um homossexual, bissexual e qualquer que seja o gênero, não vale mais ou menos que a de um heterossexual, pelo contrário, vale igual. E, embora não seja religioso, graças a Jesus e a seus ensinamentos, tenho ele como um exemplo de compaixão, que não vale mais ou menos aos fieis de uma religião ou não, mas vale igual aos que tomam seus bons exemplos para sua vida, entre elas o respeito. Como diria Miguel Reale “o direito é um manto protetor de organizações e de direção dos comportamentos sociais”, mais ainda, Maria Helena Diniz “a extraordinária exuberância da vida não cabe nos limites de um código” e lutar por esses direitos, como Rudolf von Ihering deixou claro, é essencial.