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Mostrando postagens com o rótulo Nietzsche

A arte sobre o olhar de Nietzsche e Spinoza

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Esse encontro, uma conversa para lá de interessante, entre os professores, Helio Dias Ferreira (artes) e André Martins (Filosofia), merece ser assistido por aquelas pessoas que amam a filosofia, a arte, e principalmente, Spinoza e Nietzsche. Hélio Dias Ferreira, professor e uma das grandes autoridades brasileira no tema "arte" conversa com prof. André Martins (filósofo e psicanalista) e um especialista nas filosofias de Spinoza e Nietzsche, e este último faz uma correlação entre ambas as filosofias com a ideia de "arte", máxime do século XIX para cá. Programa sensacional, empolgante, e repleto de muita cultura, pura "potência de agir", com direito a verdadeira aula sobre as fragilidades da forma como se é lecionado o tema das "artes" nas universidades brasileiras, com muito idealismo kantiano, e pouca sensoriedade spinoziana. E mais, com direito a uma verdadeira aula sobre os três primeiros livros (partes) do "Assim Falou Zaratustra" qu...

Eu e eles

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Eles ficam o tempo todo juntos, um é do outro, em boa parte, séculos XIX e XX... e ao mesmo tempo, também pertinho de mim, porque os registro 📸 e sempre os olho, de onde estou sempre a ler 🛋, como sói acontecer agora, enfim, melhor dizendo, estamos sempre juntinhos em home office, nós três #rwoescriba #Nietzsche #sigmundfreud 📚📚

Toda coragem também é dita!

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  Michel Foucault dizia que “ toda coragem é física ”, a afirmação é forte, é preciso analisar o contexto em que dizia isso, tudo é o contexto... Era o ano de 1968, Foucault um professor e intelectual engajado, que acreditava no enfrentamento do corpo, no corpo como referência máxima do humano (menos alma, mais corpo) menos subjetividade racionalista, ideia e ação eram sinônimos, participava ativamente nas ruas em Paris, ao lado de seus próprios alunos, na luta feroz contra a repressão dos movimentos estudantis de 1968. Ninguém melhor do que o filósofo brasileiro, Roberto Machado, que foi seu amigo com mais de uma década de convivência, para falar sobre essas características de Foucault, no indispensável livro, “ Impressões de Foucault ”, N-1 edições. 2017. Conquanto estejamos atravessando, na "rua", uma fase de radicalismos no mundo, mais ainda aqui no Brasil, cada qual com seu lado, suas opiniões e o desejo de destruir as opiniões alheias, penso que em "casa" (f...

Notas para um estudo sobre o conceito de niilismo em Nietzsche.

  Nosso objeto primeiro ao apresentar ao público essas notas, é antes de mais nada nos mantermos fieis ao pensamento de Nietzsche, declinando de ofertar a nossa opinião sobre o tema, muito embora cientes, pelo próprio Nietzsche, que 'não há conhecimento objetivo'. O conceito   niilismo  assim pode ser visto no vocabulário comum do cotidiano, a saber, (HOLANDA FERREIRA, 1986, p. 1.193) “Niilismo – 1. Redução a nada; aniquilamento. 2. Descrença absoluta. 3. Filos. Doutrina segundo a qual nada existe de absoluto. 4. Doutrina segundo a qual não há verdade moral nem hierarquia de valores. 5. Doutrina segundo a qual só será possível o progresso da sociedade após a destruição do que socialmente existe.” No pensamento de Nietzsche a expressão niilismo, possui outro significado bem diverso do comum , ou seja, o niilismo é uma forma de viver negando a vida no seu aquieagora em nomes de valores metafísicos ou futuros. O niilista, então, é aquele que descrê na vida como ela é para cr...

O imperativo ético do “eterno retorno” em Nietzsche e sua aplicação ao Direito

  A importância de   Assim Falava Zaratustra   no contexto da obra nietzschiana é pacífica, inclusive, é sabido que o próprio Nietzsche atestava tal fato (MACHADO,1997) [2] , aliás, não só ele, também todos os estudiosos de sua estupenda obra reconhecem que   Assim Falou Zaratustra   [3] (1883-1885) inaugura o terceiro, último e culminante período da filosofia nietzscheana, eis que em   ZA , Nietzsche “encontra sua própria linguagem para seus próprios pensamentos.” (MACHADO, 1997, p. 20). No ápice de sua maturidade, em  ZA , Nietzsche constrói com uma singularidade estilística jamais posta, um novo modo de filosofar sob dois aspectos, o primeiro, pelo  deslocamento de uma linguagem conceitual a uma linguagem artística , ou, mais precisamente, a uma  linguagem poética ; e segundo, pelo deslocamento de uma sistemática, argumentativa, que propõe uma teoria, característica da filosofia em quase sua totalidade, a uma linguagem construída de forma ...