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Jornada Mundial da Juventude 2013 - Rio de Janeiro

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"Um detalhe: não todos serão discípulos, não todos acreditarão, não todas as nações ou alguma nação inteira será fielmente discípula... Mas, dentre as nações, o Senhor nos manda fazer di scípulos, comunidades vivas de discípulos, como fermento na massa, como sal que dá sabor ao alimento, como grão de mostarda que cresce e acolhe os pássaros do céu... É a nossa missão de discípulos, é a missão dos jovens discípulos da Jornada de 2013!" DOM HENRIQUE SOARES DA COSTA - Bispo auxiliar de Aracaju

Areal dos primeiros anos

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Areal vinha de uma vitoriosa campanha de emancipação, mais de noventa por cento da população votou por sua emancipação. Durante o movimento de emancipação já era nítido o desenho de grupos políticos dentro do próprio conjunto emancipacionista. O grupo de força política capitaneada pelo inesquecível Lilinho, e administrado por Zoca (articulador político por essência), logrou vencer o primeiro pleito arealense. Na campanha, Areal estava bem dividido, de um lado, um grupo mais ou menos homogêneo de pessoas que sempre comandou (e bem!) os destinos do então distrito de Três Rios, e de outro, o time de Lilinho F.C, todos eram mais Lilinho do que qualquer outra coisa, era uma paixão quase que clubística. No entanto, eram neófitos na política. Não com pouca dificuldade o movimento político “o povo no governo” venceu a eleição, e de certa forma o primeiro governo de Areal não contou (em sua maioria) com a presença daqueles que sempre decidiram os destinos do local. Bom ou ruim? O temp...

Diogo Mainardi no Roda viva

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Lembro-me  acompanhar o Diogo Mainardi desde que ele apareceu no “Manhattan Connection” sendo elogiado por Paulo Francis. Estranhei alguém ser elogiado por Francis. E ainda mais alguém tão jovem, na ocasião. Desde então Diogo só fez revelar a sua singularidade. Num mundo tão pasteurizado, de poucas idéias e raríssima autenticidade, ver o Diogo falar e escrever é fabuloso, se bem que ele mesmo reconhece que escreve melhor do que fala. Pois bem. Ontem à noite eu estava zapeando com o controle remoto do meu quarto quando me deparei com a presença do Diogo no programa Roda Viva da TV Cultura. Pensei comigo, show garantido, muito embora sono perdido, já que há horas e horas para excitação mental, e certamente, na hora de dormir não é recomendável ouvir Diogo Mainardi. O programa girou em torno de seu novo livro, “A queda”, que retrata o triste episódio do ocorrido no nascimento de seu filho Tito, que tem paralisia cerebral como resultado de erro médico acontecido dura...

Salvem os gatos - Matérias - Revista On

Salvem os gatos - Matérias - Revista On

Riqueza e pobreza

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“Quem sempre possui tudo que quer, a seu modo, se sente manipulado, abusado, insultado justamente como aquele ao qual tudo é negado. Há uma revolução contra a pobreza, mas há, do mesmo modo, uma revolução contra a escravidão da riqueza, do consumo; o super-saciado e o faminto assim se encontram numa comunidade estranha de falta de paz”. Papa Bento XVI . Dogma e Anúncio . São Paulo: Loyola, 2008, p. 332.

Kyrie Eleison - Matérias - Revista On

Kyrie Eleison - Matérias - Revista On

O sentido do fracasso - Matérias - Revista On

O sentido do fracasso - Matérias - Revista On

A Rosa Púrpura do Cairo - Woody Allen

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A realidade não nos basta, não nos é suficiente, por isso criamos a arte. O cinema faz parte dela, arte. É isto que sobressai nos filmes de Woody Allen, é isto que está também presente neste filme " A Rosa Púrpura do Cairo ", filme que compõe um box que possui 10 DVD's, todos do encantável diretor.  De vez em quando assisto um, final de semana assisti esse.  O sonho se mistura com a realidade, e a realidade fica mais palatável. Nosso poeta Ferreira Gullar também já o disse, "criamos a arte porque a vida real é insuficiente para o homem". No filme de Woody Allen o personagem sai da tela e vai para vida real encontrar-se com uma frequentadora apaixonada pelo cinema (Mia Farrow). Com isso Allen nos mostra o quanto o cinema tem a nos emocionar, e lado outro, o quanto a realidade é pequena para dar conta dos sonhos humanos. O filme de forma sensível  põe limites aos nossos sonhos desvelando assim no faceta mais evidente: somos marcados pela falta, ou com...

A redenção dos baixinhos - Matérias - Revista On

A redenção dos baixinhos - Matérias - Revista On

O essencial - Matérias - Revista On

O essencial - Matérias - Revista On

Mudança e permanência em São Lourenço-MG - Matérias - Revista On

Mudança e permanência em São Lourenço-MG - Matérias - Revista On

Um olhar sobre São Paulo - Matérias - Revista On

Um olhar sobre São Paulo - Matérias - Revista On

Notas sobre Dom Eugenio Sales

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Muito embora não tenha participado da geração que observou de perto o sacerdócio incansável do cardeal Dom Eugenio Sales, não gostaria como católico, que esta coluna passasse em branco diante de seu falecimento. Sou da geração de Bento XVI já como Papa, apesar de não ser novinho, só de 2005 para cá é que eu de fato acompanho as notícias do mundo católico. De maneira que pouco acompanhei o pontificado de João Paulo II e, por conseguinte, também não saberia falar sobre Dom Eugenio Sales. Fico com as repercussões dos jornais. Antes de citá-las, digo que sinto, sinceramente, que com a queda do número de católicos no Brasil, somado ao fato de estarmos em meio a uma sociedade mais consumista e menos centrada no sagrado, será pouco provável que o Brasil volte a ter um homem de fé com tanto poder, prestígio e influência moral, como ocorreu com Dom Eugenio Sales. Evidente, que falo do chão da minha ignorância sociológica. Mas, esta é a minha impressão nos dias atuais. Padre Paulo ...

Filme - Habemus Papam

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Não consegui assistir no cinema o filme " Habemus Papam " do cineasta italiano Nanni Moretti.  Esta semana vi em DVD. Sabe o que achei? Fraquinho. Até pensava que o filme poderia dar liga já que em notas se dizia que o filme tratava de um suposto tratamento psicanalítico de um papa eleito. De fato, no início há um diálogo interessante (o único) entre um psicanalista e o secretário do papa eleito, onde fica de forma engraçada e patente, as diferenças de mundo entre a fé e a psicanálise. O filme se desenrola a partir de uma  "síndrome de pânico" que acomete Melville (o cardeal eleito) papa quando de sua apresentação na sacada do Vaticano aos fiéis, após eleito. Melville se recusa a apresentar-se ao fiéis e a partir daí, a pretexto de um tratamento de psicanálise extra muros do Vaticano, fica ele vagando pela cidade e repensando sua vida e sua condição de papa eleito. Daí até o final do filme nada de interessante acontece, e os diálogos em sua maioria são ...

Opção sexual

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Sexo nunca é um tema fácil, taí algo simples de fazer, mas complicado de se discutir. Sem inocência, então, à questão da opção sexual. Não farei este breve trajeto sozinho, me valerei de Contardo Calligaris e de Frei Betto, tão somente pela afinidade no tratamento que os dois dão ao tema. De cara assevero: Deus é amor, ponto. Para mim Deus não é amor e depois vírgula, contanto, todavia, porém, entretanto etc. Deus é amor e ponto. Isso porque, como lembra Frei Betto, “Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hétero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatária da graça divina” (“Os gays e a Bíblia” – site amaivos). O escritor e psicanalista Contardo Calligaris pontifica que em 1980, a homossexualidade sumiu do “Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais”, e em 1990, ela foi retirada das listas de doenças da Organização ...

Fla x Flu 100 anos - minhas memórias

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Sou filho de flamenguista, porém, meu desejo me levou ao fluminense, Nelson Rodrigues explica. A memória mais forte que tenho do fla x flu remonta há 1983. Conto a você. Vivia há 18 anos e fui a final no maracanã com 6 flamenguistas. Era uma variant do ademir abdu, e eu fui sobre o motor, único lugar disponível. Estava todo uniformizado. Na rampa de separa ção das torcidas, um momento triste e alegre. Me separava de meus amigos arealenses, e "sozinho" partia em direção a nossa linda torcida. Sozinho e sem celular que não existia. 45m. do segundo tempo, 0 x 0, torcida do flamengo comemorando o título, chovia fino, fazia frio, quando Delei meteu uma bola em profundidade para Assis, bem em frente onde eu estava, o maracanã silenciou-se, todos hipnotizados acompanhavam a corrida louca de Assis. Raul saiu do gol em desespero e foi vitimado pelo toque sutil do carrasco. Imediatamente fui as lágrimas, que se confundiam com o rosto e o corpo molhados da chuva. Chorei ab...

Eleição homologatória em Três Rios

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Hoje à noite com a inauguração do viaduto Antonio Teixeira Pinto em Três Rios, o prefeito da cidade Vinicius Farah estará também, certamente, inaugurando um novo tipo de eleição, a eleição homologatória. No jargão jurídico homologar quer dizer “ato de aprovação, ratificação ou confirmação, por autoridade judicial ou administrativa, de certos atos particulares, a fim de que possa investir-se de força executória ou apresentar-se com validade jurídica”. No caso em tela, a autoridade é o povo trirriense, que nas urnas de 07/10/2012 homologará a reeleição do prefeito. O conceito de eleição tradicional é “a escolha, por sufrágio, de alguém para ocupar um cargo, um posto ou desempenhar determinada função; pleito”. Escolha pressupõe sempre mais de uma possibilidade, todavia, em Três Rios esta hipótese é inexistente, “nunca antes na história desta cidade” houve um massacre político tão grande, o prefeito simplesmente atropelou (no bom sentido) toda possibilidade de dúvidas (escolha)...

Poema esquisito - Adélia Prado

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"Poema esquisito" Dói-me a cabeça aos trinta e nove anos. Não é hábito. É rarissimamente que ela dói. Ninguém tem culpa. Meu pai, minha mãe descansaram seus fardos, não existe mais o modo de eles terem seus olhos sobre mim. Mãe, ô mãe, ô pai, meu pai. Onde estão escondidos? É dentro de mim que eles estão. Não fiz mausoléu pra eles, pus os dois no chão. Nasceu lá, porque quis, um pé de saudade roxa, que abunda nos cemitérios. Quem plantou foi o vento, a água da chuva. Quem vai matar é o sol. Passou finados não fui lá, aniversário também não. Pra que, se pra chorar qualquer lugar me cabe? É de tanto lembrá-los que eu não vou. Ôôôô pai Ôôôô mãe Dentro de mim eles respondem tenazes e duros, porque o zelo do espírito é sem meiguices: Ôôôôi fia. "Poesia reunida". In ( Bagagem) . ADÉLIA PRADO

Cinema, futebol na TV e livro

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Aproveitei o domingo para ir fazer um passeio que adoro: ir ao shopping Independência em Juiz de Fora. E mais, ir ao cinema UCI Kinoplex. Na pauta; “Para Roma com amor” de Woody Allen e com Woody Allen, já que ele também participou além de dirigir o filme. Como não poderia ser diferente, adorei. A primeira cena dele atuando se passa dentro de um avião da Alitalia, com ele chegando a Roma com sua esposa, para visitar a filha. É hilário o medo dele e os trejeitos daí derivados com os sacolejos episódicos do avião ao iniciar o procedimento de decida. A idade só faz Woody melhorar. O filme se passa com vários personagens vivendo episódios concomitantes, e todos eles engraçadíssimos e cheios de tiradas inteligentes. O personagem de Alex Baldwin em diálogo com o jovem ator que fez Zuckeberg (filme Rede Social) houve uma reflexão do jovem sobre os conselhos que o havia dado, corretamente, sobre o amor e o relacionamento: diz o jovem: - você sabe isto porque a vida e o passar do temp...

Orfandade - Adélia Prado

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"Orfandade" Meu Deus me dá cinco anos Me dá um pé de fedegoso com formiga preta, me dá um Natal e sua véspera, o ressonar das pessoas no quartinho. Me dá a negrinha Fia para eu brincar, me dá uma noite pra eu dormir com minha mãe. Me dá minha mãe, alegria sã e medo remediável, me dá a mão, me cura de ser grande, ó meu Deus, meu pai, meu pai. ADÉLIA PRADO - in "Poesia reunida"