"Minha fórmula para grandeza no homem é o amor fati [amor ao destino]: nada querer diferente, seja para trás, seja para a frente, seja em toda eternidade." Nietzsche, in "Ecce Homo" II, 10.
Ricardo Berna no Globo Esporte.
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Bela resposta do Berna dada a pergunta do repórtes Vitorino Chermont. Goleiro do Fluminense fala sobre a boa fase que vive no clube e também das perspectivas de título da competição para o Tricolor das Laranjeiras.
"Poema esquisito" Dói-me a cabeça aos trinta e nove anos. Não é hábito. É rarissimamente que ela dói. Ninguém tem culpa. Meu pai, minha mãe descansaram seus fardos, não existe mais o modo de eles terem seus olhos sobre mim. Mãe, ô mãe, ô pai, meu pai. Onde estão escondidos? É dentro de mim que eles estão. Não fiz mausoléu pra eles, pus os dois no chão. Nasceu lá, porque quis, um pé de saudade roxa, que abunda nos cemitérios. Quem plantou foi o vento, a água da chuva. Quem vai matar é o sol. Passou finados não fui lá, aniversário também não. Pra que, se pra chorar qualquer lugar me cabe? É de tanto lembrá-los que eu não vou. Ôôôô pai Ôôôô mãe Dentro de mim eles respondem tenazes e duros, porque o zelo do espírito é sem meiguices: Ôôôôi fia. "Poesia reunida". In ( Bagagem) . ADÉLIA PRADO
O OPUS DEI realizará o primeiro retiro para profissionais em Mira-Serra, Petrópolis de 18 a 20/02, agora. Os interessados em alguns momentos de reflexão espiritual, e crescimento profissional, poderão fazer contato no tel (21) 2265-6545
Esta semana a Globo News da Sky está reprisando uma entrevista de janeiro de 2012, com o sociólogo polonês radicado na Inglaterra, Zygmunt Bauman, que é uma verdadeira aula sobre a sociedade atual, para muitos pós-moderna, para Bauman, uma “modernidade líquida” em contraposição a uma outrora modernidade sólida, onde as coisas eram permanentes. Bauman ensina que hoje “somos aquilo que compramos, ou consumimos”, não importa mais “ser alguém”, não buscamos mais a identidade naquilo que somos como seremos humanos, porque só se é mediante o consumo. Eu sou aquilo que compro (carro, roupas, celulares, viagens). Segundo ele é uma verdadeira “orgia consumista”. Daí Zygmunt Bauman falar na fluidez da vida que é uma modernidade líquida. Nada mais é permanente, nem os bens nem as relações entre as pessoas, o sólido não conserva mais a forma por muito tempo, tudo se esvai. No que tange a internet e as redes sociais Bauman nos fala sobre um verdadeiro “strip-tease espiritual público”....
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